Professor

Primeiro da Classe

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Filme baseado na história verídica de Bradley Cohen, educador norte-americano que escreveu Front of the Class: How Tourette Syndrome Made Me the Teacher I Never Had. Brad é portador da Síndrome de Tourette, uma doença neurológica que provoca movimentos e emissão de sons involuntários. Sua infância foi marcada pela humilhação e pelo preconceito de colegas, professores e até do próprio pai, que não compreendiam o que se passava com ele. A mãe, entretanto, resolveu investigar e descobriu em obras de medicina a descrição da doença. Brad aprendeu a conviver com a síndrome e se formou professor, porém não conseguia emprego, pois nenhuma das 24 escolas onde fez entrevista o aceitou, por causa dos barulhos que emitia e de sua estranheza. Foi na 25ª instituição que ele conseguiu finalmente ser contratado, e assim pôde realizar o sonho de dedicar-se ao magistério. Enfrentou ainda muitas dificuldades, mas provou que é possível ter uma vida normal, inclusive com a mulher de sua vida, uma garota que conheceu em um site de relacionamentos e que também se apaixonou por ele.

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A aventura de aprender e as condições para um bom aprendizado

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Aprendemos muitas coisas, ainda que nos seja bastante difícil explicar como ou por meio de quais mecanismos. Muitos desses aprendizados aconteceram na escola e como consequência da atuação docente dos nossos professores. Frequentemente, nós professores temos essa mesma sensação de mistério e prodígio a respeito dos aprendizados dos nossos estudantes.

Quando as crianças são pequenas e as vemos crescer e avançar no domínio das diversas competências (linguísticas, motrizes, artísticas, sociais etc.) só resta nos maravilhar com elas. Depois vão progredindo nas sucessivas etapas da escolaridade e, apesar de a intervenção dos docentes ficar mais clara e próxima, nunca cessa a surpresa diante da capacidade humana para aprender e apoderar-se de competências cada vez mais complexas e diversas.

Aprender é, assim, um processo complexo, rico e enriquecedor. Uma enorme aventura.

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Dia do Professor

Um educador é um fundador de mundos,
mediador de esperanças, pastor de projetos.
Rubem Alves
Primeiras ideias
O Dia do Professor é celebrado no mundo todo, mas cada país tem um jeito e um dia especial para fazer isso.
Na Coreia do Sul, por exemplo, as homenagens acontecem em 15 de maio. Nesse dia, os professores recebem cravos de seus alunos e os ex-estudantes visitam e presenteiam seus antigos mestres.
O Brasil comemora o Dia do Professor em 15 de outubro. Nessa data, também comemora-se o Dia de Santa Tereza d’Ávila, uma grande pensadora espanhola, padroeira dos professores. Em homenagem a ela, D. Pedro I sancionou, no dia 15 de outubro de 1827, o Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil, determinando que todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras.
Os anos se passaram, comemorações surgiram isoladas e silenciosas por todo o país. O registro mais antigo que se tem desses atos comemorativos é de 1947, com o nome de “festa da escola”. Outros movimentos surgiram, educadores pediam insistentemente por um dia dedicado a eles e que a data fosse 15 de outubro, referindo-se ao Decreto Imperial de D. Pedro I e também à festa da padroeira Santa Tereza d’Ávila.
Em 1963, o então Presidente João Goulart e o ministro da Educação Paulo de Tarso oficializaram a data como feriado nacional escolar pelo Decreto Federal 52.682/63, de 14 de outubro de 1963. O Decreto assim definia a essência do feriado: “Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias”.
 
Você sabia?
O Decreto assinado por D. Pedro I, além de estabelecer que cada lugarejo tivesse sua escola de primeiras letras, tratava da descentralização do ensino sobre o currículo básico e sobre a forma de contratação e salário dos professores.
Na escola de primeiras letras, os meninos aprendiam a ler, a escrever, as quatro operações matemáticas e noções de geometria. Para as meninas, as disciplinas eram as mesmas, porém, no lugar de geometria, aprendiam as prendas domésticas, como cozinhar, bordar e costurar.
 
Sobre valores e atitudes
Ao comemorar o Dia do Professor, aproveite para trabalhar valores como reconhecimento, gratidão, carinho, amizade, valorização, autoestima, autorreconhecimento.
 
Atividade coletiva

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Autonomia e formação do professor no contexto escolar contemporâneo

Atualmente não é difícil perceber que a sociedade contemporânea passa por um momento onde as mudanças são muitas e muito rápidas. No plano tecnológico, a cada dia surgem novidades que influenciam nosso ritmo de vida e alteram as relações entre as pessoas. No campo da ciência, pesquisadores passaram a buscar novos paradigmas para fazer a leitura da complexidade da realidade. Na esfera econômica e ideológica, instauraram-se crises e insatisfações sem precedentes e um sentimento de incerteza rege as políticas regionais, nacionais e internacionais. Enfim, estamos no terceiro milênio, globalizados, e numa sociedade de mercado que freneticamente prega a “modernização”, independentemente do fato de tal modernização trazer ilusões, sofrimento ou felicidade para milhares de pessoas. Na realidade, atualmente as mudanças são tantas que podemos dizer que vivemos não uma época de mudanças, mas uma mudança de época.
Tal contexto faz com que muitas pessoas se sintam inseguras quanto ao futuro, não sabendo em que acreditar. No âmbito escolar, a dúvida e a insegurança também compõem seu cotidiano, pois a escola é uma instituição criada pela sociedade e, consequentemente, é influenciada pelas mudanças sociais. Por isso, mesmo que lentamente, se modifica com as mudanças históricas, políticas, econômicas e tecnológicas. Desse modo, é preciso pensá-la em seu tempo, no tempo histórico no qual ela está inserida.
Mas, nesse contexto, como a escola pode contribuir para a construção de um mundo melhor? Apesar das inseguranças contemporâneas, para muitos educadores parece não haver dúvida de que a resposta a essa indagação está em investir na formação de alunos críticos e autônomos.
Seguindo essa vertente, há um aspecto que merece uma reflexão mais aprofundada. Sempre que ouvimos falar em autonomia na escola, a discussão está voltada para o objetivo de proporcionar condições para favorecer o desenvolvimento da autonomia apenas do aluno. Mas será possível, no contexto escolar, favorecer a autonomia do aluno sem investir na autonomia do professor? Leia mais…

Feliz Dia do Professor!

“Ensinar é um exercício de imortalidade.
De alguma forma continuamos a viver
naqueles cujos olhos aprenderam
a ver o mundo pela magia da nossa palavra.
O professor assim não morre jamais.”

Rubem Alves

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