Educação em Valores

Diferentes jeitos de ser mãe ou cada mãe do seu jeito (Dia das Mães)

O grande e maravilhoso livro das famílias
Introdução
Reunir alunos e suas respectivas mães – entendida aqui como a pessoa que cuida, educa, protege, dá carinho e se responsabiliza pelo desenvolvimento físico, afetivo, cultural e religioso da criança – para vivenciar momentos de proximidade e afeto é a tônica desta atividade que tem como meta promover a harmonia e a reciprocidade como valores da família.
 
Um pouco de história…
Na origem, a humanidade celebrava a festa da Deusa Mãe associada à terra e à água. Ela era Vênus, Cibele, Pacha Mamma, Reia, Iara, Iemanjá, Mãe da Mata, etc.
Mais tarde, no século XVII, pós revolução industrial, a Inglaterra passou a dedicar o quarto domingo da quaresma às mães das operárias inglesas. O dia ficou conhecido como “Mothering Day”, que deu origem ao “mothering cake”, um bolo que tornava o dia mais festivo.
Nos Estados Unidos, a data foi proposta por Anna Jarvis, como forma de homenagear sua mãe falecida. Ela lutou durante anos para que seu país fixasse uma data em que os filhos pudessem demonstrar respeito e carinho pela pessoa que os trouxera à vida. Finalmente, em 1914, Woodrow Wilson, então presidente dos Estados Unidos, estabeleceu que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Muitos outros países seguiram o exemplo e incluíram a data no calendário.
O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, Getúlio Vargas oficializou a data seguindo o calendário norte-americano.
 
Você sabia? Leia mais…

A construção da autonomia: uma conquista para toda a vida – Parte 1/3

Conversando com professores e pais percebemos um crescente sentimento de preocupação com algumas atitudes de nossas crianças e  jovens contrárias aos princípios morais. São relatadas condutas ofensivas como agressões, descaso, vandalismo, preconceito e humilhações. Muitos se perguntam o que pode ter levado uma criança   que parecia ter um “bom comportamento” a agir daquela maneira quando não estava sendo observada ou quando julgou que não seria punida.

A indisciplina dos alunos, além de interferir diretamente na qualidade do ensino, tem sido apontada, por diversos estudos, como um dos fatores de desmotivação com a carreira do professor. Como medida para contê-la, muitos defendem o policiamento intensivo e permanente dos alunos e a adoção de medidas mais duras em relação ao comportamento, incluindo expulsão ou comunicação ao Juizado da Infância e da Juventude. Outros sugerem a contratação de mais funcionários e a implantação de projetos de conscientização e valorização da escola, envolvendo pais, alunos e comunidade. Leia mais…

II COPPEM – Perigo ou oportunidade?

Com esta provocação, o Congresso de Pesquisas em Psicologia e Educação Moral – II Coppem reuniu pesquisadores de várias universidades brasileiras para discutir os conflitos interpessoais nas instituições educativas. Apostando que os atuais tempos de crise são também tempos para gestar oportunidades em busca de um novo equilíbrio, o evento acolheu professores e estudantes das áreas de Psicologia, Pedagogia, Neurociência, Sociologia, Antropologia, História e Filosofia. Ao promover o debate e a compreensão sobre os conflitos interpessoais, frequentes na escola, vislumbramos procedimentos para lidar com tais fenômenos, superar as diferenças e construir relações mais éticas.

Quer saber mais? Visite o site http://www.fe.unicamp.br/coppem/

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