#Dicadeférias – Férias no museu!

Imagem de divulgação

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A dica de hoje é um mergulho no universo da cultura dos museus brasileiros. São espaços fechados, temáticos, que mantêm obras de diversos gêneros, representativas de um contexto histórico e geográfico específico.

Esses locais assumem cada vez mais sua função social, como casas de conhecimento, vivência e transformação, pois estão repletos de elementos artísticos e culturais relacionados ao tempo e ao espaço regionais, nacionais ou até mesmo universais. São responsáveis pela preservação da memória e da cultura.

Listamos 10 museus brasileiros que podem ser atrações interessantes para suas férias.

São Paulo:

Museu da Língua Portuguesa

Endereço: Praça da Luz, s/n, Centro, São Paulo

Telefone: (11) 3326-0775

http://www.museudalinguaportuguesa.org.br/

 

Catavento Cultural e Educacional

Endereço: Praça Cívica Ulisses Guimarães, s/nº, Palácio das Indústrias, Parque D. Pedro II, São Paulo

Telefone: (11) 3315-0051

http://www.cataventocultural.org.br/

 

Rio Grande do Sul:

Museu de Ciência e Tecnologia da PUC-RS

Endereço: Avenida Ipiranga, Partenon, Porto Alegre

Telefone: (51) 3320-3500

http://www.pucrs.br/mct/

 

Minas Gerais:

Museu dos Brinquedos

Endereço: Avenida Afonso Pena, 2564, Funcionários, Belo Horizonte

Telefone: (31) 3261-3992

http://www.museudosbrinquedos.org.br/

 

Pernambuco:

Espaço Ciência

Endereço: Parque Memorial Arcoverde, Parque 2, Recife

Telefone: (81) 3241-3226

http://www.espacociencia.pe.gov.br/

 

Instituto Ricardo Brennand

Endereço: Alameda Antônio Brennand, s/n, Recife

Telefone: (81) 2121-0352

http://www.institutoricardobrennand.org.br/index2.html

 

Rio de Janeiro:

Museu Aeroespacial

Endereço: Av. Marechal Fontenelle, 2000, Campo dos Afonsos, Rio de Janeiro

Telefone: (21) 2108-8954

http://www.musal.aer.mil.br/

 

Fundação Eva Klabin

Endereço: Av. Epitácio Pessoa, 2480, Lagoa, Rio de Janeiro

Telefone: (21) 3202-8557

http://www.evaklabin.org.br/

 

Museu Imperial

Endereço: Rua da Imperatriz, 220, Centro, Petrópolis

Telefone: (24) 2233-0300

http://www.museuimperial.gov.br/

 

Sergipe:

Museu da Gente Sergipana

Endereço: Avenida Ivo do Prado, 398, Aracaju

Telefone: (79) 3218-1551

http://www.museudagentesergipana.com.br/

 

Confira mais detalhes no Guia dos Museus Brasileiros clicando aqui.

#Dicadeférias – Conhecendo o planetário

Imagem de divulgação

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Em tempo de férias, nossa dica de hoje é uma visita ao planetário, uma forma de aguçar a curiosidade e explorar a criatividade da criançada.

Muitos planetários utilizam tecnologia para projetar em tela a abóboda celeste (hemisfério celeste visível) e também têm espaço para exposição de fotografias, de objetos como meteoritos e para mostras interativas.

Em geral, os planetários estão ligados a centros de pesquisa em astronomia e são extensões dos projetos desenvolvidos nessas instituições. Conhecer um planetário pode ser uma experiência muito importante para despertar a curiosidade. Por isso, seguem sugestões de locais a serem visitados em diferentes regiões do país:

São Paulo

• Fundação Centro de Estudos do Universo (Brotas):

http://www.fundacaoceu.org.br/

Goiás

• Planetário da Universidade de Goiás:

http://www.planetario.ufg.br/

Rio de Janeiro

• Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro:

http://www.planetariodorio.com.br/

Santa Catarina

• Planetário da Universidade Federal de Santa Catarina:

http://planetario.ufsc.br/

Rio Grande do Sul

• Planetário da Universidade Federal de Santa Maria:

http://coral.ufsm.br/planeta/

Paraná

• Planetário de Londrina:

http://www.uel.br/cce/mct/planetario/portal/

• Planetário de Foz do Iguaçu:

http://www.pti.org.br/polo-astronomico

Desejamos a todos um bom passeio!

Consciência Negra

 

Dia da consciência negra

Celebrado no dia 20 de novembro, o Dia da Consciência Negra é dedicado à reflexão sobre a importância da cultura e da história do negro no Brasil. Nesse dia, no ano de 1695, morreu Zumbi dos Palmares, símbolo da resistência à escravidão, que pagou com a própria vida o alto preço da liberdade.

Primeiras ideias
Em 2003, o Congresso Brasileiro aprovou uma lei federal criando o Dia da Consciência Negra. A mesma lei tornou obrigatório o estudo sobre a história e cultura afro-brasileiras nas escolas.
A data foi escolhida pelo Movimento Negro Brasileiro, por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, um dos mais conhecidos líderes da resistência negra no Quilombo dos Palmares, localizado na Serra da Barriga, atual estado de Alagoas. Foi nesse dia, no ano de 1695, que Zumbi dos Palmares foi traído e morto depois lutar uma vida pela liberdade.
Relembrar as características culturais dos afrodescendentes é uma forma de reconhecer a importância de sua presença na formação social e cultural do Brasil e, sobretudo, reconhecer o valor da conquista de sua liberdade a preço de sangue e luta.
 
Sobre Zumbi dos Palmares

Zumbi nasceu em Palmares. Com poucos dias de vida, foi sequestrado e entregue a um padre que o batizou com o nome de Francisco. Aos 15 anos, Francisco, que havia aprendido português e latim, fugiu e voltou para o quilombo, onde mudou seu nome para Zumbi, que significa “Senhor da Guerra”, “Fantasma Imortal” ou “Morto Vivo” no idioma africano banto. Daí em diante chefiou os negros nos combates contra bandeirantes e capangas dos fazendeiros que queriam escravizá-los novamente. Morreu aos 40 anos de idade.

Você sabia?

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Proclamação da República

Ao trabalhar o tema Proclamação da República, ocorrida em 15 de novembro de 1888, estamos tratando do sonho de modernidade aspirado pela sociedade brasileira, que incluía os ideais de liberdade, ciência e democracia.
República foi o nome que o Brasil deu para a modernidade.[1]
 
Primeiras ideias
 
No final do Império, o anseio por uma cultura democrática e científica forjou o cenário social em que foram cultivadas as ideias sobre a república no Brasil, conjugando uma oposição ao passado (Império e Igreja) e a expectativa de um futuro que incluía os ideais de liberdade, progresso, ciência e democracia.
A propaganda foi fundamental para a assimilação de uma nova linguagem que estabeleceu entre monarquia e república uma relação dicotômica. À monarquia colavam-se termos como: tirania, soberania de um, chefe hereditário, sagrado e inimputável, privilégio, súditos, apatia, atraso, centralização, teologia. Em contraposição, à república somavam-se as ideias de liberdade, soberania popular, chefe eleito e responsável, talento ou mérito, cidadania, energia, progresso, federalismo, ciência.
Marcada por intensa politização da sociedade, a década de 1880 teve na rua do Ouvidor, no Rio de Janeiro, seu principal e mais querido cenário. É o que nos relata Rui Barbosa: “O aspecto da capital é inenarrável. [...] As ruas borbulham de alvoroto. A política invadiu todos os colóquios, emudeceu todas as preocupações”.[2]
O intenso movimento pró-república culminou no golpe de Estado que destituiu a monarquia e estabeleceu a república como forma de governo. Embora houvesse muitos republicanos civis no final do Império, a conspiração foi toda arquitetada por militares, mantendo os civis longe do processo. Benjamin Constant aparece como grande liderança da juventude militar que também frequentava a rua do Ouvidor na época.
Machado de Assis retrata a atitude da população fluminense no romance Esaú e Jacó, quando o pai das personagens constata: “a rua estava quieta”, mas conclui sagazmente: “havia espanto, mas não havia susto [...] ninguém sabia se a vitória do movimento era um bem, se um mal, apenas que era um fato”.[3]
Entendendo o regime republicano como uma necessidade histórica, a população da Corte não reagiu à Proclamação, ela simplesmente consentiu.
Muito resumidamente esse é o cenário no qual nasceu a República no Brasil. Para trabalhar com o tema em sala de aula, é importante mostrar aos alunos o sonho que embalava as ideias da república e o modo como ela se consolidou depois da Proclamação.
 
[1] A modernidade republicana. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-77042009000100002>. Acesso em: 22 out. 2014.[2]Barbosa, Rui. Queda do Império. In: Obras completas de Rui Barbosa. Rio de Janeiro: Ministério da Educação e Saúde, 1947, v. XVI, tomo 3, p. 243.

[3] Machado de Assis, Joaquim Maria. Esaú e Jacó. São Paulo: Globo, 1997, p. 135, 124 e 138.

Aproveite a oportunidade e trabalhe questões como:

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Por que elegemos “O dom da infância” como o livro do mês de Novembro?

O dom da infância
 
O dom da infância conta a história do artista africano Baba Wagué Diakité. Escrito em primeira pessoa, este texto autobiográfico narra os principais momentos da infância do menino, começando pelo início de sua vida na aldeia de Kassaro, no interior do Mali (noroeste da África). Depois, a história passa pela capital do país, Bamako, e chega aos Estados Unidos, onde o artista vai encontrar sua futura mulher.
Cultivada e transmitida de geração em geração, a habilidade de contar histórias é o “dom da infância”, como o título do livro indica. Baba é um contador de histórias, como muitos africanos. No livro, ele narra a própria história de vida, mas o faz por meio da técnica e da estrutura tradicional africana, incorporando a oralidade e a função pedagógica dos relatos ancestrais.
Os principais temas da narrativa são a importância das origens familiares e do modo de vida ancestral, a cultura oral daquela região africana e o contraste e as contradições entre o saber tradicional e o aprendizado escolar do menino.
As pessoas mais importantes na vida do artista são também personagens centrais do livro, como vovó Sabou, avó paterna de Baba, a mãe e o tio Sumaila. É a avó, especialmente, quem alerta para a importância das origens e da formação sólida que o menino recebe na aldeia e no convívio familiar. Baba conserva os saberes da sua aldeia, ajudando a mãe e atuando como contador de histórias.
No livro, Baba Wagué Diakité também retrata as transformações que a colonização francesa provocou na África Ocidental. Nas palavras do autor, foi “uma época confusa, que desorganizou famílias, em alguns casos obrigando-as a se separar”. E ele completa: “Mais de um século de ocupação europeia contribuiu muito para a extinção de culturas e tradições de uma geração inteira de africanos”.
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Por uma educação voltada para a ética

Hoje não se pode mais dissociar educação escolar do cuidado com a formação integral do indivíduo. Assim, uma das dimensões que essa práxis envolve é a formação moral e ética dos alunos. 
Carregamos conosco certa nostalgia do “paraíso perdido”, lugar de beleza e liberdade onde não exista dor nem sofrimento. Ocorre que perdemos o caminho que nos levaria de volta ao paraíso original e andamos errantes, criamos paraísos fora de nós mesmos. Demos à nostalgia do ethos o nome de felicidade. 
Ethos, para os gregos, significava a casa do humano, o abrigo onde o humano vive. Um modo próprio de ser, onde o divino e o humano se encontram. Por essa razão, faziam uma leve inclinação quando se referiam ao Ethos.
 
— Pai, ensina-me a existência.
— Não posso. [...] História de um homem é sempre mal contada. Porque a pessoa é, em todo o tempo, ainda nascente. Ninguém segue uma única vida, todos se multiplicam em diversos e transmutáveis homens. Agora, quando desembrulho minhas lembranças eu aprendo meus muitos idiomas. Nem assim me entendo. Porque enquanto me descubro, eu mesmo me anoiteço [...]
Mia Couto. Cada homem é uma raça.
Disponível em: <http://goo.gl/5eedUW>.
Acesso em: 23 out. 2014.
Nessa perspectiva, uma educação preocupada com a formação ética do indivíduo deve proporcionar situações de encontros do aluno com o humano dentro de si mesmo, conhecer “seus muitos idiomas”, gostar de estar consigo, tolerar suas mazelas. Trabalhar a autoestima construtiva deve fazer parte do currículo da escola, mas não é só isso.
O ethos incide também sobre o plano interpessoal, comunitário e social. Visto desse modo, educar para os valores éticos é proporcionar momentos de encontro com o humano que existe no outro. Desenvolver a percepção de que somos parte de uma família, a humana, e precisamos cuidar-nos mutuamente. É também descobrir os valores que constituem nossa identidade como povo, aprendidos e burilados num processo sempre inacabado de aprendizagem.

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JAMAC – Jardim Miriam Arte Clube

Em 2003, quando mudou-se para o Jardim Miriam, a artista plástica Mônica Nador tinha a intenção de criar um ateliê aberto ao público. Ela queria, por se tratar da periferia da cidade de São Paulo, mostrar àquela população não só arte, mas outras possibilidades de ver e viver o mundo.
A proposta da artista ganhou corpo e nome: JAMAC – Jardim Miriam Arte Clube. O ateliê virou cenário não só para a produção cultural, mas também para ativismo social. Quando chegou com a ideia de trazer cultura, Mônica teve de lidar com a desconfiança dos moradores do bairro da zona sul paulistana. Porém, logo o espaço cultural foi percebido como ponto de encontro, onde as pessoas poderiam se sociabilizar. Em geral, nas periferias, as pessoas se encontram para conversar em bares e igrejas. O ateliê tornou-se mais uma opção.
Atualmente, o JAMAC possui quatro projetos: Paredes Pinturas, pontapé do JAMAC, é fruto do mestrado de Mônica, que pinta os muros do bairro com desenhos dos próprios moradores; Estamparia, desde 2012, promove arte, renda e sustentabilidade à entidade; Projeto JAMAC Cinema Digital, além de workshops e cursos de animação, promove um olhar crítico à realidade do bairro; e Café Filosófico, criado em 2007, que reúne mensalmente intelectuais e professores de instituições, como a USP.
Desde 2005, o JAMAC virou uma Organização de Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), devido aos serviços sociais realizados no bairro Jardim Miriam.
Se você se interessou pelo trabalho idealizado por Mônica Nador, Clique aqui e conheça mais sobre as atividades que o JAMAC vem realizando.

Dia do Professor

Um educador é um fundador de mundos,
mediador de esperanças, pastor de projetos.
Rubem Alves
Primeiras ideias
O Dia do Professor é celebrado no mundo todo, mas cada país tem um jeito e um dia especial para fazer isso.
Na Coreia do Sul, por exemplo, as homenagens acontecem em 15 de maio. Nesse dia, os professores recebem cravos de seus alunos e os ex-estudantes visitam e presenteiam seus antigos mestres.
O Brasil comemora o Dia do Professor em 15 de outubro. Nessa data, também comemora-se o Dia de Santa Tereza d’Ávila, uma grande pensadora espanhola, padroeira dos professores. Em homenagem a ela, D. Pedro I sancionou, no dia 15 de outubro de 1827, o Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil, determinando que todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras.
Os anos se passaram, comemorações surgiram isoladas e silenciosas por todo o país. O registro mais antigo que se tem desses atos comemorativos é de 1947, com o nome de “festa da escola”. Outros movimentos surgiram, educadores pediam insistentemente por um dia dedicado a eles e que a data fosse 15 de outubro, referindo-se ao Decreto Imperial de D. Pedro I e também à festa da padroeira Santa Tereza d’Ávila.
Em 1963, o então Presidente João Goulart e o ministro da Educação Paulo de Tarso oficializaram a data como feriado nacional escolar pelo Decreto Federal 52.682/63, de 14 de outubro de 1963. O Decreto assim definia a essência do feriado: “Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias”.
 
Você sabia?
O Decreto assinado por D. Pedro I, além de estabelecer que cada lugarejo tivesse sua escola de primeiras letras, tratava da descentralização do ensino sobre o currículo básico e sobre a forma de contratação e salário dos professores.
Na escola de primeiras letras, os meninos aprendiam a ler, a escrever, as quatro operações matemáticas e noções de geometria. Para as meninas, as disciplinas eram as mesmas, porém, no lugar de geometria, aprendiam as prendas domésticas, como cozinhar, bordar e costurar.
 
Sobre valores e atitudes
Ao comemorar o Dia do Professor, aproveite para trabalhar valores como reconhecimento, gratidão, carinho, amizade, valorização, autoestima, autorreconhecimento.
 
Atividade coletiva

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