Primeiro da Classe

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Filme baseado na história verídica de Bradley Cohen, educador norte-americano que escreveu Front of the Class: How Tourette Syndrome Made Me the Teacher I Never Had. Brad é portador da Síndrome de Tourette, uma doença neurológica que provoca movimentos e emissão de sons involuntários. Sua infância foi marcada pela humilhação e pelo preconceito de colegas, professores e até do próprio pai, que não compreendiam o que se passava com ele. A mãe, entretanto, resolveu investigar e descobriu em obras de medicina a descrição da doença. Brad aprendeu a conviver com a síndrome e se formou professor, porém não conseguia emprego, pois nenhuma das 24 escolas onde fez entrevista o aceitou, por causa dos barulhos que emitia e de sua estranheza. Foi na 25ª instituição que ele conseguiu finalmente ser contratado, e assim pôde realizar o sonho de dedicar-se ao magistério. Enfrentou ainda muitas dificuldades, mas provou que é possível ter uma vida normal, inclusive com a mulher de sua vida, uma garota que conheceu em um site de relacionamentos e que também se apaixonou por ele.

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Desenvolver competências ou ensinar saberes? A escola que prepara para a vida

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“A função da escola é preparar os alunos para a vida ou para o acesso à universidade? Claro que não há consenso” (p. 164). Disposto a responder a essa pergunta, o sociólogo da Universidade de Genebra, Philippe Perrenoud, enfrenta outras questões que a precedem e tornam a análise muito mais complexa: afinal, saber quem são esses alunos, quais suas perspectivas, onde estarão dali a 10 ou 15 anos é tão importante quanto avaliar os resultados de ferramentas pedagógicas que vêm sendo utilizadas até agora. O autor destaca que o livro é um retrato provisório de suas reflexões e utiliza exemplos cotidianos para expor como as áreas da vida e do conhecimento se inter-relacionam o tempo todo. Seu primeiro desafio é afinar conceitos como saberes, competências, educações, disciplinas e, com isso, traz à tona o quanto a falta de clareza propicia a manipulação equivocada dos discursos (e dos recursos) educacionais.

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Sugestão de atividade em comemoração ao Dia da Consciência Negra

 

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Ilustração do livro: ABC do continente africano

Celebrado no dia 20 de novembro, o Dia da Consciência Negra é dedicado à reflexão sobre a importância da cultura e da história do negro no Brasil. Nesse dia, no ano de 1695, morreu Zumbi dos Palmares, símbolo da resistência à escravidão, que pagou com a própria vida o alto preço da liberdade.

Primeiras ideias

Em 2003, o Congresso Brasileiro aprovou uma lei federal criando o Dia da Consciência Negra. A mesma lei tornou obrigatório o estudo sobre a história e cultura afro-brasileiras nas escolas.

A data foi escolhida pelo Movimento Negro Brasileiro, por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, um dos mais conhecidos líderes da resistência negra no Quilombo dos Palmares, localizado na Serra da Barriga, atual estado de Alagoas. Foi nesse dia, no ano de 1695, que Zumbi dos Palmares foi traído e morto depois de lutar uma vida pela liberdade.

Relembrar as características culturais dos afrodescendentes é uma forma de reconhecer a importância de sua presença na formação social e cultural do Brasil e, sobretudo, reconhecer o valor da conquista de sua liberdade a preço de sangue e luta.

 

Sobre Zumbi dos Palmares

Zumbi nasceu em Palmares. Com poucos dias de vida, foi sequestrado e entregue a um padre que o batizou com o nome de Francisco. Aos 15 anos, Francisco, que havia aprendido português e latim, fugiu e voltou para o quilombo, onde mudou seu nome para Zumbi, que significa “Senhor da Guerra”, “Fantasma Imortal” ou “Morto Vivo” no idioma africano banto. Daí em diante chefiou os negros nos combates contra bandeirantes e capangas dos fazendeiros que queriam escravizá-los novamente. Morreu aos 40 anos de idade.

Você sabia?

A palavra quilombo vem de kilombo, da língua quimbundo. Já era usada nas regiões de Congo e Angola, onde significava diversas formas de organização, como mercados e feiras, acampamentos guerreiros, vilas e povoados.

No Brasil, até final do século XIX, a palavra era usada para se referir aos agrupamentos formados por africanos e seus descendentes que resistiam à escravidão. Hoje, o termo tem uma forte ligação com a luta pela terra.

Segundo a Fundação Cultural Palmares <www.palmares.gov.br>, quilombolas são descendentes de africanos escravizados que mantêm tradições culturais, de subsistência e religiosas ao longo dos séculos. Um levantamento da Palmares mapeou 3 524 comunidades quilombolas no Brasil.

Kilombo, quilombo, quilombola. Disponível em: <http://www.disquequilombola.com.br/quilombola/origens/>. Acesso em: 22 out. 2014.

Refletindo sobre valores

Dê ênfase a valores como aceitação das diferenças, respeito, reconhecimento pela cultura do outro.

Atividade coletiva

Como atividade coletiva, sugerimos trabalhar um circuito que inclui uma história, um filme, um curta-metragem, uma brincadeira e uma música.

1. Comece a atividade pela história. Sugerimos para este momento três livros: Panquecas de Mama Panya, Um safári na Tanzânia e ABC do continente africano, todos eles editados pela SM. Para qualquer livro de sua escolha proceda do mesmo modo:

 

a)      Antes da leitura, descubra o que os alunos sabem sobre o continente africano.

 

  •  Projete um mapa-múndi na parede e circule a região que pertence ao continente africano. Diga que esse continente é rico em cultura e diversidade.
  • Conte aos alunos que, no início de nossa história, navios mercantes passavam pelo continente africano, sequestravam homens, mulheres e crianças de diversos países e os vendiam aqui no Brasil aos fazendeiros. Essas pessoas passavam a ser propriedade do fazendeiro, que tinha o direito de decidir sobre a vida de seus escravos.
  • -A casa da fazenda que servia de moradia para os escravos se chamava senzala. Foi dentro das senzalas que os africanos cuidaram de preservar sua identidade, cultura e a grandeza de sua raça.
  • Integrados à cultura brasileira, deram um aspecto afro para nosso modo de ser. Por isso, conhecer a cultura africana é conhecer também as raízes da cultura brasileira.

b)   Organize os alunos em roda e leia o livro de sua escolha, mostrando as ilustrações. Pergunte:

 

  • Onde se passa a história?
  • Que costumes a obra retrata?

 

c)   Entregue aos alunos uma folha de papel sulfite e peça a eles que dobrem a folha em quatro partes iguais. Depois, solicite que recontem a história em quatro partes, uma parte para cada dobra do papel.

 

2. Dando continuidade aos trabalhos com a cultura africana, faça a projeção do filme Kiriku e a Feiticeira. O filme, dirigido por Michel Ocelot, retrata uma lenda africana em que um recém-nascido superdotado, que sabe falar, andar e correr muito rápido, se incumbe de salvar sua aldeia de Karabá, uma feiticeira terrível.

a)   Depois de assistir ao filme, explore as relações de similaridade entre Kiriku e a Feiticeira e o livro lido anteriormente.

b)   Peça aos alunos que escrevam um comentário sobre o filme.

 

3. Na sequência, assista com os alunos ao curta-metragem Disque quilombola. Para ter acesso ao filme, contate <contato@disquequilombola.com.br>.

a) Depois de ver o curta, pergunte aos alunos sobre o significado do Disque Quilombola.

b)  Construa com eles um telefone de latinha semelhante ao usado pelas crianças quilombolas e… divirtam-se!

 

4. Para concluir o circuito de atividades, trabalhe a música África, do grupo Palavra Cantada. Disponível em: <http://www.youtube.com/watch?v=QjlmRDk9ktI>. Acesso em: 05 nov. 2015.

 

Sistematizando

Organize a sala em grupos e peça aos alunos que pesquisem sobre a influência afro na cultura brasileira:

a)  na alimentação;

b)  na música;

c)  nas danças;

d)  no esporte;

e)  na língua;

f)  nos costumes.

No retorno da pesquisa, converse a respeito das curiosidades e descobertas. Em seguida, estenda um papel Kraft no chão e construa um painel coletivo. Inclua os dizeres: Aos afrodescendentes, nossa gratidão. Salve 20 de novembro. Salve o Dia da Consciência Negra.

 

Saiba mais

Centro Afro Carioca de Cinema. Disponível em: <http://afrocariocadecinema.org.br/heranca-africana-reverencia-a-todos-os-africanos-que-por-ali-passaram/videos/>. Acesso em: 05 nov. 2015.

 

Disque Quilombola. Disponível em: <http://www.disquequilombola.com.br/>. Acesso em: 05 nov. 2015.

 

Especial: Dia da Consciência Negra. Disponível em: <http://arquivo.geledes.org.br/areas-de-atuacao/educacao/planos-de-aula/11850-especial-dia-da-consciencia-negra-112011>. Acesso em: 05 nov. 2015.

 

 

Dica de vídeo – Criança, a alma do negócio

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Documentário sobre a influência da publicidade nas crianças, principalmente por meio dos programas infantis de televisão. Uma série de depoimentos e entrevistas com pedagogos, psicólogos, sociólogos, juristas e outros especialistas, além de mães e das próprias crianças, mostra o alarmante ponto em que se encontram os hábitos consumistas entre os pequenos.

Conheça o conteúdo completo aqui.

Conflitos que Educam: Novos olhares para a ética e a disciplina em sala de aula

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Quando vamos definir o projeto pedagógico de uma escola, o mais importante não é perguntarmos se devemos ou não investir na formação de valores e resolução de conflitos no contexto escolar, mas questionarmos: quais valores queremos construir? Como incorporar na prática pedagógica ações que promovam a resolução de conflitos interpessoais?

Confira o texto na íntegra aqui.

 

Dica de livro – Como falar dos livros que não lemos?

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O título já é uma alfinetada em alguns preconceitos, mas não se trata de um manual com respostas prontas. O livro do psicanalista Pierre Bayard traz, em uma linguagem leve e bem-humorada, citações e exemplos de grandes personalidades que enfrentaram de diferentes maneiras o conhecido temor de serem pegas em “flagrante delito de incultura” (p. 31).

Além de discutir comportamentos e discursos subentendidos em cada uma das histórias, o autor nos convida a rever valores e, principalmente, propõe uma reconciliação do leitor (ou do não leitor) consigo mesmo, com sua percepção de mundo, com sua capacidade de expressão e com a cultura letrada.

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A aventura de aprender e as condições para um bom aprendizado

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Aprendemos muitas coisas, ainda que nos seja bastante difícil explicar como ou por meio de quais mecanismos. Muitos desses aprendizados aconteceram na escola e como consequência da atuação docente dos nossos professores. Frequentemente, nós professores temos essa mesma sensação de mistério e prodígio a respeito dos aprendizados dos nossos estudantes.

Quando as crianças são pequenas e as vemos crescer e avançar no domínio das diversas competências (linguísticas, motrizes, artísticas, sociais etc.) só resta nos maravilhar com elas. Depois vão progredindo nas sucessivas etapas da escolaridade e, apesar de a intervenção dos docentes ficar mais clara e próxima, nunca cessa a surpresa diante da capacidade humana para aprender e apoderar-se de competências cada vez mais complexas e diversas.

Aprender é, assim, um processo complexo, rico e enriquecedor. Uma enorme aventura.

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Dica de vídeo – A educação proibida

A escola, como hoje é moldada, tornou-se obsoleta?  Qual é a proposta alternativa para uma educação realmente voltada a formar um ser humano pleno e feliz?

O documentário A educação proibida mostra que o grande desafio da Educação é se libertar de seu passado histórico e voltar-se, definitivamente, para a formação integral do indivíduo como ser humano, que tem capacidade de desenvolver suas potencialidades e de ser feliz.

Conheça o conteúdo completo aqui.

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Estratégias inspiradoras para professores protagonistas

Nos últimos anos, o tema do protagonismo vem se tornando conhecido dos educadores, quase sempre associado a um conjunto de atitudes e valores dos jovens que deve ser reconhecido e estimulado no âmbito da ação pedagógica. Ser protagonista implica desenvolver uma visão crítica sobre a realidade, atuar proativamente, empreender, formular projetos de vida, reconhecer-se como voz ativa na sociedade e saber que é possível transformar o mundo.

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Acesse o conteúdo completo: http://goo.gl/OEv0vj

#Dicadeférias – Vamos ao parque?

Imagem de divulgação

Imagem de divulgação

As férias escolares estão chegando ao fim e, por isso, a dica de hoje é conhecer os parques em um programa inesquecível.

Não há lugar melhor para um momento sem videogames, celulares, tablets e outras tecnologias. Perfeito para gastar a energia com as crianças!

Ensine a elas brincadeiras que  fizeram parte de sua infância e  que estimulem a imaginação e a criatividade  em atividades praticadas ao ar livre.

Preparamos uma lista de parques em  diferentes regiões que você pode visitar.

Aproveite!

São Paulo:

Parque do Ibirapuera

Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/n (portões 2, 3 e 10)

Horário: diariamente das 5h às 0h.

 

Parque Villa Lobos

Endereço: Avenida Professor Fonseca Rodrigues, 2.001 – Alto dos Pinheiros

Horário: diariamente das 6h às 18h.

 

Rio de Janeiro:

Parque Natural Municipal Bosque da Barra

Endereço: Avenida das Américas, 6.000 – Barra da Tijuca

Horário: diariamente das 7h às 17h.

 

Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Endereço: Rua Jardim Botânico, 1.008 – Jardim Botânico

Horário: segundas-feiras, das 12 às 17h, e de terça a domingo, das 8h às 17h.

 

Rio Grande do Sul:

Parque da Cachoeira

Endereço: RS 476 – Estrada Canela para Bom Jesus

http://www.parquedacachoeira.com.br/

 

Minas Gerais:

Parque Estadual do Ibitipoca

Endereço: Distrito de Conceição de Ibitipoca, Lima Duarte – MG

Horário: diariamente das 7h às 17h.

 

Parque Estadual de Nova Baden

Endereço: Nova Baden – Lambari

Horário: das 8h às 17h (terça a domingo e feriados)

 

Maranhão:

Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses

Endereço: Barreirinhas – MA

Horário: diariamente das 7h às 12h30 e 13h às 18h.

 

Paraná:

Parque Tanguá

Endereço: Rua Oswaldo Maciel, s/ n – Curitiba

Horário: diariamente das 8h às 18h.

 

Mato Grosso:

Parque Nacional da Chapada dos Guimarães

Endereço: Rodovia Emanuel Pinheiro, Km 50, s/n – Chapada dos Guimarães

Horário: diariamente das 9h às 16h30.

 

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