Dicas e Novidades

Zero de Conduta

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Jean Vigo foi um jovem cineasta, morto com apenas 29 anos, mas que deixou trabalhos considerados obras-primas até hoje. A visão que esta película transmite mistura anarquismo com surrealismo e é uma das primeiras críticas a um sistema educacional sufocante e opressor. O enredo baseia-se em lembranças reais do cineasta, que viveu grande parte da infância em instituições educacionais. Apesar de antigo, esse filme leva à reflexão e é fundamental não apenas para educadores, mas para todos os espectadores preocupados com a construção da democracia.

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Roteiro de visitação – Estações meteorológicas

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Ao discutir noções de tempo e clima com os estudantes, além dos conceitos apresentados em sala e do uso dos acontecimentos cotidianos como exemplos e rico material de apoio, a visita a uma estação meteorológica é de fundamental importância.

Em campo, o aluno aproxima-se da realidade concreta, com a possibilidade de observá-la em seus mais variados aspectos e analisá-la criticamente. Nesse sentido, é possível, por um lado, aprofundar os conteúdos desenvolvidos em sala de aula e, por outro, levantar novas possibilidades de reflexão e análise.

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Roteiro de visitação – Estádio de Futebol

Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro (RJ), 2014.

Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro (RJ), 2014.

Os estádios de futebol estão presentes em muitas cidades do Brasil. De reduzidíssimo porte, como alguns campos de futebol rodeados por bancos, a grandes estruturas capazes de abrigar dezenas de milhares de pessoas, os estádios fazem parte da cultura popular brasileira e são facilmente reconhecidos.

Algumas estatísticas indicam que o Brasil possui o maior número de estádios de futebol do planeta. De todos os tamanhos e em diversos estados de conservação, públicos ou pertencentes a clubes privados, os estádios definitivamente fazem parte da paisagem de cidades em todo o território nacional.

Visitá-los é conhecer um pouco da cultura, da história e da maneira de ser do brasileiro típico, que vê no futebol o esporte nacional por excelência.

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A Guerra dos Botões

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Filme francês, baseado no livro homônimo de Louis Pergaud, escrito em 1912, retrata a comovente história de Lebrac, jovem que perde o pai muito cedo e tem de se desdobrar entre os afazeres da escola e os trabalhos domésticos. Pensando no sustento de sua mãe e de suas duas irmãs, a lição de casa e a ordenha da vaca se misturam com uma série de confusões provocadas por ele e seus amigos.

Apesar de suas dificuldades, Lebrac não está sozinho. Seu professor, Merlin, proporciona um novo olhar da realidade que o cerca, mostrando que a coletividade prevalece em toda a produção fílmica. Com um forte espírito de liderança, o menino logo se torna general de um enorme grupo de crianças que mora na aldeia de Longevernes. Sua chefia não se dá por sua capacidade de comandar outras pessoas, mas pelos obstáculos que ultrapassa em seu cotidiano. Desse modo, ele é um chefe que manda obedecendo, respeitando a diversidade encontrada no grupo de jovens.

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Carnaval de Rua

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O Carnaval é uma importante manifestação cultural brasileira. Entre sambas-enredo, frevos, maracatus, afoxés, toadas, axés e marchinhas, diferentes ritmos nos convidam para a alegria coletiva e a brincadeira na rua.

Primeiras ideias:

O carnaval de rua, embalado por marchinhas antigas ou criadas pelos compositores dos blocos, fica mais animado com a presença dos bonecões, herança dos imigrantes portugueses que já realizavam festas religiosas com eles na Europa, desde o Renascimento. No Brasil, as cidades de Olinda/PE, Salvador/BA, São Luís do Paraitinga/SP, São João Nepomuceno/MG, entre outras, apresentam seus tradicionais bonecos gigantes durante o Carnaval e nas festas religiosas. Com variações regionais, as esculturas com mais de três metros de altura sempre desfilam acompanhadas dos cabeções − fantasias com cabeças grandes e desproporcionais − ambos escoltados por bandas de Carnaval e instrumentos de percussão. Confeccionadas pelos próprios foliões, com massa de jornal (papel machê), cola, tintas, papéis e tecidos coloridos e uma estrutura de sustentação, as figuras ganham, por meio da imaginação popular, vida como personagens ilustres da cidade e da cultura local. Assim, o alegre cortejo é seguido de perto pelos foliões. Pergunte aos alunos se já participaram de um desfile como esse e o que conhecem sobre o Carnaval no Brasil. Anote as respostas para utilizá-las em momento oportuno. Durante a conversa, valorize as manifestações regionais mais frequentes em sua cidade. Se possível, faça a audição de ritmos distintos e apresente imagens variadas dessas manifestações populares.

Refletindo sobre valores:

Enquanto manifestação cultural, o Carnaval carrega em si muito da nossa história. Para além dos clichês valorizados pela mídia, a festa revela nossa multiplicidade étnica, religiosa e social. Transmitido às novas gerações, tanto pela tradição oral, quanto no engajado trabalho em equipe entre pessoas mais experientes e as que desejam aprender, o festejo popular possibilita a construção de parcerias para celebrar – com formas, texturas, cores, movimento e ritmo, a diversidade cultural que nos une. Educar para a sensibilidade ética e estética envolvidas nessa manifestação cultural, assim como em tantas outras, é papel da escola. Professor(a), encaminhe as reflexões para a valorização das atitudes de respeito e preservação da cultura brasileira.

Atividade coletiva:

Que tal colocar o “bloco na rua”? Pesquise em jornais, revistas e na internet, imagens e trechos de filmes do desfile dos bonecos gigantes no Carnaval de diferentes cidades. Selecione alguns para apresentar na sala de aula, explorando detalhes de caracterização dos personagens e os comentários dos alunos sobre o cortejo. Verifique se esta manifestação popular é presente na sua cidade. Em caso afirmativo, faça contato com o grupo e convide-o para visitar a escola.

Consulte seus alunos para identificar quais personagens podem ser retratados e/ou homenageados como “cabeção”. Dependendo da faixa etária, a produção do cabeção pode ser feita em pequenos grupos, em que cada aluno faz o seu ou todos realizam juntos uma peça única. Prepare com eles o esboço do personagem.

Separe o material, organize a sala e distribua as tarefas no grupo, supervisionando a elaboração das peças. Incentive a originalidade das soluções e o trabalho em equipe. Você vai precisar de saco de papel pardo ou caixa de papelão leve para sobrepor à cabeça com folga; papéis coloridos, tinta guache, pincéis, tesoura, cola etc. para caracterizar os cabeções; retalhos de tecido de chita ou outro bem colorido para as roupas ou adereços e instrumentos musicais de percussão prontos ou inventados pelos alunos.

Organize o local e o horário do cortejo na escola e, se possível, convide as famílias e leve a festa para as ruas do entorno da escola. Cuide com atenção da trilha sonora, resgatando as marchinhas dos antigos Carnavais, como por exemplo: A jardineira, Alalaô, Aurora, Cidade Maravilhosa, Me dá um dinheiro aí, Ô Abre alas, entre outras.

Convide os alunos para tocar a percussão. Vale a pena realizar um ensaio antes. Distribua as máscaras e os outros adereços aos alunos. Aproveite esta oportunidade para fazer uma integração com outras turmas e disciplinas, com as famílias e com as crianças neste cortejo saudável de foliões!

Sistematizando:

Questione os alunos quanto às ideias iniciais sobre manifestação cultural, recorrendo às primeiras anotações da turma. Em seguida, incentive os comentários do que aprenderam sobre a experiência de organizar, preparar e vivenciar uma festa coletiva com bonecões. Encaminhe as reflexões para a valorização das atitudes de respeito e compreensão da cultura como expressão de um povo, bem como, para a possibilidade concreta de vivenciar momentos de alegria coletiva e saudável.

Saiba mais:

Sites

 Bonecões da cidade de Atibaia/SP –< http://www.atibaiamania.com.br/festas/folia/index.asp>

 Bonecos de Olinda – http://www.bonecosgigantesdeolinda.com.br/

 CD Carnaval − http://www.palavracantada.com.br/

 

Crédito imagem: Copyright: Marcio Silva

 

Roteiro de visitação – City Tour

 

ID da foto:28079846 Data do upload:22 de outubro de 2013

A formação de centros urbanos é parte integrante da constituição das civilizações desde os primórdios da humanidade. O estudo sobre as cidades quase sempre revela as concepções de mundo e os valores das variadas culturas, assim como sua identidade e projeção para a posteridade.

Entender o espaço urbano, sua historicidade e sua dinâmica é condição primordial para a formação de indivíduos críticos e atuantes na comunidade em que vivem. O contato direto por meio de uma visitação abre a possibilidade para os alunos compreenderem a estrutura de funcionamento da cidade, com suas nuances políticas, desvendando as formas de interação com os poderes estabelecidos. Clique aqui.

Transposição didática: por onde começar?

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Embora o conceito de transposição didática apresentado pelo autor seja, em linhas gerais, algo que qualquer leigo possa compreender (quase intuitivamente) como a essência do ensinar, sabe-se que a formação do professor ainda é falha – tanto do ponto de vista teórico quanto no que se refere às práticas educativas. Uma das vantagens desse livro de introdução é o fato de ele ser escrito por alguém que tem a experiência da realidade escolar recente, sem se afastar da pesquisa acadêmica. O professor Geraldo Peçanha de Almeida compartilha com o leitor algumas de suas observações, estimulando a reflexão, a atualização e a organização do profissional de ensino. Com base na definição formulada por Philippe Perrenoud, o tema é apresentado em treze capítulos curtos que apontam, entre outros tópicos, comentários sobre o ambiente educativo, a interdisciplinaridade, o projeto pedagógico e os conflitos e negociações no cotidiano para propiciar a transmissão do saber científico de maneira adequada a cada público.

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Primeiro da Classe

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Filme baseado na história verídica de Bradley Cohen, educador norte-americano que escreveu Front of the Class: How Tourette Syndrome Made Me the Teacher I Never Had. Brad é portador da Síndrome de Tourette, uma doença neurológica que provoca movimentos e emissão de sons involuntários. Sua infância foi marcada pela humilhação e pelo preconceito de colegas, professores e até do próprio pai, que não compreendiam o que se passava com ele. A mãe, entretanto, resolveu investigar e descobriu em obras de medicina a descrição da doença. Brad aprendeu a conviver com a síndrome e se formou professor, porém não conseguia emprego, pois nenhuma das 24 escolas onde fez entrevista o aceitou, por causa dos barulhos que emitia e de sua estranheza. Foi na 25ª instituição que ele conseguiu finalmente ser contratado, e assim pôde realizar o sonho de dedicar-se ao magistério. Enfrentou ainda muitas dificuldades, mas provou que é possível ter uma vida normal, inclusive com a mulher de sua vida, uma garota que conheceu em um site de relacionamentos e que também se apaixonou por ele.

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Desenvolver competências ou ensinar saberes? A escola que prepara para a vida

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“A função da escola é preparar os alunos para a vida ou para o acesso à universidade? Claro que não há consenso” (p. 164). Disposto a responder a essa pergunta, o sociólogo da Universidade de Genebra, Philippe Perrenoud, enfrenta outras questões que a precedem e tornam a análise muito mais complexa: afinal, saber quem são esses alunos, quais suas perspectivas, onde estarão dali a 10 ou 15 anos é tão importante quanto avaliar os resultados de ferramentas pedagógicas que vêm sendo utilizadas até agora. O autor destaca que o livro é um retrato provisório de suas reflexões e utiliza exemplos cotidianos para expor como as áreas da vida e do conhecimento se inter-relacionam o tempo todo. Seu primeiro desafio é afinar conceitos como saberes, competências, educações, disciplinas e, com isso, traz à tona o quanto a falta de clareza propicia a manipulação equivocada dos discursos (e dos recursos) educacionais.

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Sugestão de atividade em comemoração ao Dia da Consciência Negra

 

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Ilustração do livro: ABC do continente africano

Celebrado no dia 20 de novembro, o Dia da Consciência Negra é dedicado à reflexão sobre a importância da cultura e da história do negro no Brasil. Nesse dia, no ano de 1695, morreu Zumbi dos Palmares, símbolo da resistência à escravidão, que pagou com a própria vida o alto preço da liberdade.

Primeiras ideias

Em 2003, o Congresso Brasileiro aprovou uma lei federal criando o Dia da Consciência Negra. A mesma lei tornou obrigatório o estudo sobre a história e cultura afro-brasileiras nas escolas.

A data foi escolhida pelo Movimento Negro Brasileiro, por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, um dos mais conhecidos líderes da resistência negra no Quilombo dos Palmares, localizado na Serra da Barriga, atual estado de Alagoas. Foi nesse dia, no ano de 1695, que Zumbi dos Palmares foi traído e morto depois de lutar uma vida pela liberdade.

Relembrar as características culturais dos afrodescendentes é uma forma de reconhecer a importância de sua presença na formação social e cultural do Brasil e, sobretudo, reconhecer o valor da conquista de sua liberdade a preço de sangue e luta.

 

Sobre Zumbi dos Palmares

Zumbi nasceu em Palmares. Com poucos dias de vida, foi sequestrado e entregue a um padre que o batizou com o nome de Francisco. Aos 15 anos, Francisco, que havia aprendido português e latim, fugiu e voltou para o quilombo, onde mudou seu nome para Zumbi, que significa “Senhor da Guerra”, “Fantasma Imortal” ou “Morto Vivo” no idioma africano banto. Daí em diante chefiou os negros nos combates contra bandeirantes e capangas dos fazendeiros que queriam escravizá-los novamente. Morreu aos 40 anos de idade.

Você sabia?

A palavra quilombo vem de kilombo, da língua quimbundo. Já era usada nas regiões de Congo e Angola, onde significava diversas formas de organização, como mercados e feiras, acampamentos guerreiros, vilas e povoados.

No Brasil, até final do século XIX, a palavra era usada para se referir aos agrupamentos formados por africanos e seus descendentes que resistiam à escravidão. Hoje, o termo tem uma forte ligação com a luta pela terra.

Segundo a Fundação Cultural Palmares <www.palmares.gov.br>, quilombolas são descendentes de africanos escravizados que mantêm tradições culturais, de subsistência e religiosas ao longo dos séculos. Um levantamento da Palmares mapeou 3 524 comunidades quilombolas no Brasil.

Kilombo, quilombo, quilombola. Disponível em: <http://www.disquequilombola.com.br/quilombola/origens/>. Acesso em: 22 out. 2014.

Refletindo sobre valores

Dê ênfase a valores como aceitação das diferenças, respeito, reconhecimento pela cultura do outro.

Atividade coletiva

Como atividade coletiva, sugerimos trabalhar um circuito que inclui uma história, um filme, um curta-metragem, uma brincadeira e uma música.

1. Comece a atividade pela história. Sugerimos para este momento três livros: Panquecas de Mama Panya, Um safári na Tanzânia e ABC do continente africano, todos eles editados pela SM. Para qualquer livro de sua escolha proceda do mesmo modo:

 

a)      Antes da leitura, descubra o que os alunos sabem sobre o continente africano.

 

  •  Projete um mapa-múndi na parede e circule a região que pertence ao continente africano. Diga que esse continente é rico em cultura e diversidade.
  • Conte aos alunos que, no início de nossa história, navios mercantes passavam pelo continente africano, sequestravam homens, mulheres e crianças de diversos países e os vendiam aqui no Brasil aos fazendeiros. Essas pessoas passavam a ser propriedade do fazendeiro, que tinha o direito de decidir sobre a vida de seus escravos.
  • -A casa da fazenda que servia de moradia para os escravos se chamava senzala. Foi dentro das senzalas que os africanos cuidaram de preservar sua identidade, cultura e a grandeza de sua raça.
  • Integrados à cultura brasileira, deram um aspecto afro para nosso modo de ser. Por isso, conhecer a cultura africana é conhecer também as raízes da cultura brasileira.

b)   Organize os alunos em roda e leia o livro de sua escolha, mostrando as ilustrações. Pergunte:

 

  • Onde se passa a história?
  • Que costumes a obra retrata?

 

c)   Entregue aos alunos uma folha de papel sulfite e peça a eles que dobrem a folha em quatro partes iguais. Depois, solicite que recontem a história em quatro partes, uma parte para cada dobra do papel.

 

2. Dando continuidade aos trabalhos com a cultura africana, faça a projeção do filme Kiriku e a Feiticeira. O filme, dirigido por Michel Ocelot, retrata uma lenda africana em que um recém-nascido superdotado, que sabe falar, andar e correr muito rápido, se incumbe de salvar sua aldeia de Karabá, uma feiticeira terrível.

a)   Depois de assistir ao filme, explore as relações de similaridade entre Kiriku e a Feiticeira e o livro lido anteriormente.

b)   Peça aos alunos que escrevam um comentário sobre o filme.

 

3. Na sequência, assista com os alunos ao curta-metragem Disque quilombola. Para ter acesso ao filme, contate <contato@disquequilombola.com.br>.

a) Depois de ver o curta, pergunte aos alunos sobre o significado do Disque Quilombola.

b)  Construa com eles um telefone de latinha semelhante ao usado pelas crianças quilombolas e… divirtam-se!

 

4. Para concluir o circuito de atividades, trabalhe a música África, do grupo Palavra Cantada. Disponível em: <http://www.youtube.com/watch?v=QjlmRDk9ktI>. Acesso em: 05 nov. 2015.

 

Sistematizando

Organize a sala em grupos e peça aos alunos que pesquisem sobre a influência afro na cultura brasileira:

a)  na alimentação;

b)  na música;

c)  nas danças;

d)  no esporte;

e)  na língua;

f)  nos costumes.

No retorno da pesquisa, converse a respeito das curiosidades e descobertas. Em seguida, estenda um papel Kraft no chão e construa um painel coletivo. Inclua os dizeres: Aos afrodescendentes, nossa gratidão. Salve 20 de novembro. Salve o Dia da Consciência Negra.

 

Saiba mais

Centro Afro Carioca de Cinema. Disponível em: <http://afrocariocadecinema.org.br/heranca-africana-reverencia-a-todos-os-africanos-que-por-ali-passaram/videos/>. Acesso em: 05 nov. 2015.

 

Disque Quilombola. Disponível em: <http://www.disquequilombola.com.br/>. Acesso em: 05 nov. 2015.

 

Especial: Dia da Consciência Negra. Disponível em: <http://arquivo.geledes.org.br/areas-de-atuacao/educacao/planos-de-aula/11850-especial-dia-da-consciencia-negra-112011>. Acesso em: 05 nov. 2015.

 

 

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