Datas Comemorativas

Consciência Negra

 

Dia da consciência negra

Celebrado no dia 20 de novembro, o Dia da Consciência Negra é dedicado à reflexão sobre a importância da cultura e da história do negro no Brasil. Nesse dia, no ano de 1695, morreu Zumbi dos Palmares, símbolo da resistência à escravidão, que pagou com a própria vida o alto preço da liberdade.

Primeiras ideias
Em 2003, o Congresso Brasileiro aprovou uma lei federal criando o Dia da Consciência Negra. A mesma lei tornou obrigatório o estudo sobre a história e cultura afro-brasileiras nas escolas.
A data foi escolhida pelo Movimento Negro Brasileiro, por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, um dos mais conhecidos líderes da resistência negra no Quilombo dos Palmares, localizado na Serra da Barriga, atual estado de Alagoas. Foi nesse dia, no ano de 1695, que Zumbi dos Palmares foi traído e morto depois lutar uma vida pela liberdade.
Relembrar as características culturais dos afrodescendentes é uma forma de reconhecer a importância de sua presença na formação social e cultural do Brasil e, sobretudo, reconhecer o valor da conquista de sua liberdade a preço de sangue e luta.
 
Sobre Zumbi dos Palmares

Zumbi nasceu em Palmares. Com poucos dias de vida, foi sequestrado e entregue a um padre que o batizou com o nome de Francisco. Aos 15 anos, Francisco, que havia aprendido português e latim, fugiu e voltou para o quilombo, onde mudou seu nome para Zumbi, que significa “Senhor da Guerra”, “Fantasma Imortal” ou “Morto Vivo” no idioma africano banto. Daí em diante chefiou os negros nos combates contra bandeirantes e capangas dos fazendeiros que queriam escravizá-los novamente. Morreu aos 40 anos de idade.

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Proclamação da República

Ao trabalhar o tema Proclamação da República, ocorrida em 15 de novembro de 1888, estamos tratando do sonho de modernidade aspirado pela sociedade brasileira, que incluía os ideais de liberdade, ciência e democracia.
República foi o nome que o Brasil deu para a modernidade.[1]
 
Primeiras ideias
 
No final do Império, o anseio por uma cultura democrática e científica forjou o cenário social em que foram cultivadas as ideias sobre a república no Brasil, conjugando uma oposição ao passado (Império e Igreja) e a expectativa de um futuro que incluía os ideais de liberdade, progresso, ciência e democracia.
A propaganda foi fundamental para a assimilação de uma nova linguagem que estabeleceu entre monarquia e república uma relação dicotômica. À monarquia colavam-se termos como: tirania, soberania de um, chefe hereditário, sagrado e inimputável, privilégio, súditos, apatia, atraso, centralização, teologia. Em contraposição, à república somavam-se as ideias de liberdade, soberania popular, chefe eleito e responsável, talento ou mérito, cidadania, energia, progresso, federalismo, ciência.
Marcada por intensa politização da sociedade, a década de 1880 teve na rua do Ouvidor, no Rio de Janeiro, seu principal e mais querido cenário. É o que nos relata Rui Barbosa: “O aspecto da capital é inenarrável. [...] As ruas borbulham de alvoroto. A política invadiu todos os colóquios, emudeceu todas as preocupações”.[2]
O intenso movimento pró-república culminou no golpe de Estado que destituiu a monarquia e estabeleceu a república como forma de governo. Embora houvesse muitos republicanos civis no final do Império, a conspiração foi toda arquitetada por militares, mantendo os civis longe do processo. Benjamin Constant aparece como grande liderança da juventude militar que também frequentava a rua do Ouvidor na época.
Machado de Assis retrata a atitude da população fluminense no romance Esaú e Jacó, quando o pai das personagens constata: “a rua estava quieta”, mas conclui sagazmente: “havia espanto, mas não havia susto [...] ninguém sabia se a vitória do movimento era um bem, se um mal, apenas que era um fato”.[3]
Entendendo o regime republicano como uma necessidade histórica, a população da Corte não reagiu à Proclamação, ela simplesmente consentiu.
Muito resumidamente esse é o cenário no qual nasceu a República no Brasil. Para trabalhar com o tema em sala de aula, é importante mostrar aos alunos o sonho que embalava as ideias da república e o modo como ela se consolidou depois da Proclamação.
 
[1] A modernidade republicana. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-77042009000100002>. Acesso em: 22 out. 2014.[2]Barbosa, Rui. Queda do Império. In: Obras completas de Rui Barbosa. Rio de Janeiro: Ministério da Educação e Saúde, 1947, v. XVI, tomo 3, p. 243.

[3] Machado de Assis, Joaquim Maria. Esaú e Jacó. São Paulo: Globo, 1997, p. 135, 124 e 138.

Aproveite a oportunidade e trabalhe questões como:

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Dia do Professor

Um educador é um fundador de mundos,
mediador de esperanças, pastor de projetos.
Rubem Alves
Primeiras ideias
O Dia do Professor é celebrado no mundo todo, mas cada país tem um jeito e um dia especial para fazer isso.
Na Coreia do Sul, por exemplo, as homenagens acontecem em 15 de maio. Nesse dia, os professores recebem cravos de seus alunos e os ex-estudantes visitam e presenteiam seus antigos mestres.
O Brasil comemora o Dia do Professor em 15 de outubro. Nessa data, também comemora-se o Dia de Santa Tereza d’Ávila, uma grande pensadora espanhola, padroeira dos professores. Em homenagem a ela, D. Pedro I sancionou, no dia 15 de outubro de 1827, o Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil, determinando que todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras.
Os anos se passaram, comemorações surgiram isoladas e silenciosas por todo o país. O registro mais antigo que se tem desses atos comemorativos é de 1947, com o nome de “festa da escola”. Outros movimentos surgiram, educadores pediam insistentemente por um dia dedicado a eles e que a data fosse 15 de outubro, referindo-se ao Decreto Imperial de D. Pedro I e também à festa da padroeira Santa Tereza d’Ávila.
Em 1963, o então Presidente João Goulart e o ministro da Educação Paulo de Tarso oficializaram a data como feriado nacional escolar pelo Decreto Federal 52.682/63, de 14 de outubro de 1963. O Decreto assim definia a essência do feriado: “Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias”.
 
Você sabia?
O Decreto assinado por D. Pedro I, além de estabelecer que cada lugarejo tivesse sua escola de primeiras letras, tratava da descentralização do ensino sobre o currículo básico e sobre a forma de contratação e salário dos professores.
Na escola de primeiras letras, os meninos aprendiam a ler, a escrever, as quatro operações matemáticas e noções de geometria. Para as meninas, as disciplinas eram as mesmas, porém, no lugar de geometria, aprendiam as prendas domésticas, como cozinhar, bordar e costurar.
 
Sobre valores e atitudes
Ao comemorar o Dia do Professor, aproveite para trabalhar valores como reconhecimento, gratidão, carinho, amizade, valorização, autoestima, autorreconhecimento.
 
Atividade coletiva

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Dia dos Pais

Introdução
No segundo domingo de agosto, comemoramos o Dia dos Pais. Essa data, diferentemente de outras comemorações escolares, é carregada de vínculos afetivo-emocionais e, como o Dia das Mães, deve ser tratada com o devido cuidado, uma vez que muitos alunos vivem experiências diferentes de paternidade. Por essa razão, as homenagens devem ser antecedidas por uma preparação prévia que ajude a criança a perceber que a paternidade, assim como a maternidade, pode assumir perfis diferentes, porque pai e mãe são, na verdade, papéis sociais que um homem e uma mulher (ou duas pessoas do mesmo sexo) assumem ao escolher criar, amar e educar uma criança. Pai é a pessoa que educa, orienta, ama, ampara, que está presente nas horas boas e ruins. Essa pessoa pode ser o padrasto, um padrinho, um tio, a própria mãe, um amigo da família ou um pai adotivo.
 
Primeiras ideias[1]
            O primeiro Dia dos Pais no Brasil foi celebrado em 14 de agosto de 1953, por sugestão do publicitário Sylvio Bhering. Posteriormente, ele foi mudado para o segundo domingo de agosto.
Nos Estados Unidos, a data foi criada em 1909, por Sonora Louise Smart Dodd, que, inspirada pelo Dia das Mães, quis homenagear seu pai, que a criou com seus outros cinco irmãos depois da morte de sua mãe. O interesse pela data se difundiu por vários estados americanos, contudo, só foi oficializada em 1972, pelo presidente Richard Nixon.
A lembrança mais tardia dessa comemoração remonta ao Império da Babilônia: arqueólogos encontraram um cartão esculpido na argila que continha uma homenagem de um filho ao seu pai. Estudos estimam que o cartão tenha sido feito há mais de 4 000 anos.
 Tão antiga quanto o cartão é a ideia de que pai é aquele que ama incondicionalmente o filho. Há quase 3 000 anos, Jesus, que tivera um pai adotivo (José), contava histórias para ilustrar essa ideia. A mais conhecida delas é a parábola do filho prodígio, um jovem que decidira muito cedo deixar a casa paterna. Pegou a parte da herança que lhe cabia por direito e saiu pelo mundo consumindo a vida em festas e orgias. Mas, um dia o dinheiro da herança acabou, e ele se viu sozinho, sem amigos e sem trabalho. Conta a história que se empregou numa granja de porcos, mas ganhava tão pouco que compartilhava do alimento dos animais para sobreviver. Numa tarde, depois de um dia de sofrimento, veio à lembrança o amor que recebia na casa de seu pai. Pensou consigo: “Vou voltar à casa de meu pai, lá há pão em abundância. Pedirei que não me receba mais como filho, mas que me queira como a um de seus empregados”. 
Assim fez. Foi uma longa viagem de volta… Quando se aproximava da casa, foi visto pelo Pai, que correu ao seu encontro e, antes que o filho dissesse uma só palavra, mandou que seus empregados lhe preparassem um banho, o vestissem com melhor roupa e organizassem uma grande festa, pois seu filho amado voltara para casa.[2]
 
[1] Fontes de pesquisa: <http://g1.globo.com/dia-dos-pais/2013/noticia/2013/08/saiba-como-o-dia-dos-pais-e-comemorado-pelo-mundo.html> e <http://educacao.uol.com.br/datas-comemorativas/ult1688u20.jhtm>. Acesso em: 11 jul. 2014.[2] Conforme Evangelho de S. Lucas, 15,11-32.

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Copa do Mundo

Atividade para a sala de aula
 
Introdução
 A Copa do Mundo, segundo afirmou Kofi Annan[1], ex-secretário-geral da ONU: “[…] Como único jogo realmente global, praticado em todos os países, por todas as raças e religiões, é um dos poucos fenômenos tão universais quanto as Nações Unidas. Podemos até dizer que é ainda mais universal”.
A Copa do Mundo é um evento que tem grande poder de agregar. Além disso, é um jogo em que vence a soma dos talentos, a coesão e o trabalho em equipe. No futebol, é preciso unir esforços em torno de um objetivo comum, e essa será a tônica deste trabalho.
 
[1] Annan, Kofi. Como invejamos a Copa do Mundo. Folha de S.Paulo, 9 jun. 2006. Tendências e debates.
 
Primeiras ideias 
A brincadeira de tocar a bola com os pés, driblar o parceiro, fazer gol, nascida na Inglaterra, cruzou oceanos, ganhou o mundo e virou paixão nacional brasileira. Tornou-se tão nossa que até nos esquecemos de suas origens.
O Brasil se autodenomina o país do futebol e assim o é. Somos a única nação a participar de todas as edições da Copa do Mundo desde 1930 e a vencer cinco das dezenove competições mundiais, ocorridas em 1958, 1962, 1970, 1992, 2002. Em 1958, com apenas dezessete anos, Pelé fez seu primeiro gol numa Copa do Mundo.
A ideia de transformar um torneio olímpico de futebol amador num mundial nasceu na França. Em 1928, a ideia foi aprovada no Congresso da FIFA, em Amsterdã, e coube ao Uruguai, no centenário de sua independência, organizar sua primeira edição. Foi assim que Montevidéu se tornou a cidade-sede da primeira Copa do Mundo, a Copa de 1930, que contou com treze países participantes, quatro deles europeus (Bélgica, França, Romênia e a antiga Iugoslávia) que, para tomar parte na competição, cruzaram o Atlântico num navio; as outras equipes eram do continente americano, entre elas estavam Estados Unidos e México. Uruguai disputou a final com a Argentina e levou para casa a primeira Taça do Mundo.
A partir de então, a cada 4 anos, os jogos da Copa do Mundo acontecem em um país diferente. O último mundial foi sediado na África do Sul.
Neste ano de 2014, o Brasil é o país-sede dessa gigantesca competição. Pelas ruas de nossas cidades transita o mundo, com sua beleza e diversidade. Línguas e culturas diferentes se encontram com a mesma esperança: levar para seu país o troféu da Copa do Mundo. 
 
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Diferentes jeitos de ser mãe ou cada mãe do seu jeito (Dia das Mães)

O grande e maravilhoso livro das famílias
Introdução
Reunir alunos e suas respectivas mães – entendida aqui como a pessoa que cuida, educa, protege, dá carinho e se responsabiliza pelo desenvolvimento físico, afetivo, cultural e religioso da criança – para vivenciar momentos de proximidade e afeto é a tônica desta atividade que tem como meta promover a harmonia e a reciprocidade como valores da família.
 
Um pouco de história…
Na origem, a humanidade celebrava a festa da Deusa Mãe associada à terra e à água. Ela era Vênus, Cibele, Pacha Mamma, Reia, Iara, Iemanjá, Mãe da Mata, etc.
Mais tarde, no século XVII, pós revolução industrial, a Inglaterra passou a dedicar o quarto domingo da quaresma às mães das operárias inglesas. O dia ficou conhecido como “Mothering Day”, que deu origem ao “mothering cake”, um bolo que tornava o dia mais festivo.
Nos Estados Unidos, a data foi proposta por Anna Jarvis, como forma de homenagear sua mãe falecida. Ela lutou durante anos para que seu país fixasse uma data em que os filhos pudessem demonstrar respeito e carinho pela pessoa que os trouxera à vida. Finalmente, em 1914, Woodrow Wilson, então presidente dos Estados Unidos, estabeleceu que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Muitos outros países seguiram o exemplo e incluíram a data no calendário.
O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, Getúlio Vargas oficializou a data seguindo o calendário norte-americano.
 
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Brincar é coisa séria

Ampliando o olhar
A Declaração Universal dos Direitos da Criança, aprovada pela ONU em 1959, determina que toda criança tem direito ao lazer. Brincar é essencial porque é um exercício de descobertas permanentes.
Segundo a professora Tizuko Kishimoto, da Faculdade de Educação da USP, “se desejamos formar seres criativos, críticos e aptos para tomar decisões, um dos requisitos é o enriquecimento do cotidiano infantil com a inserção de contos, lendas, brinquedos e brincadeiras. [...] Ao brincar, a criança movimenta-se em busca de parceria e na exploração de objetos; comunica-se com seus pares; expressa-se através de múltiplas linguagens; descobre regras e toma decisões.”
No Dia das Crianças, convide toda a comunidade educativa a brincar! Mãos à obra!
 
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A criança produzindo cultura

Atividade para o Dia do Folclore 
Ampliando o olhar

Folclore é uma palavra de origem inglesa que significa “o saber de um povo”, abarcando diversas manifestações da cultura popular, influenciadas pelo contexto de produção, em constante mudança. Hoje o conceito de tradição é dinâmico, não está relacionado ao passado, mas ao que permanece vivo nos dias atuais, ao que se mantêm e é contemporâneo.

As crianças chegam à escola, carregadas de elementos culturais do seu cotidiano. Essa “cultura caseira” é parte do folclore brasileiro e as crianças só podem compreender a riqueza e a diversidade do conjunto desses costumes se sentirem integradas a eles. Para legitimar essas representações culturais, é importante incluir aspectos da cultura brasileira e suas manifestações regionais no currículo, ao longo do ano letivo. A escola precisa se abrir para o que se aprende fora da escola.

Ao discutir e trocar entre si culturas percebidas em casa, na rua, na escola e no bairro, os alunos estão também produzindo cultura. Para além dos mitos e lendas descontextualizados, o aluno precisa vivenciar um processo de apropriação cultural coerente, palpável, o que ele toca – o que lhe toca. Assim ele se reconhece participante de um grupo social, cidadão do mundo. Quais são as tradições dos alunos da sua sala? E da escola?

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Dia Mundial do Meio Ambiente

Durante a Conferência de Estocolmo para o Ambiente Humano, realizada em 1972, a ONU definiu o dia 5 de Junho como Dia Mundial do Meio Ambiente, de forma a conscientizar o mundo sobre as mazelas contra a natureza. Desde então, foram criadas estruturas governamentais para cuidar do gerenciamento ambiental e do planejamento econômico para viabilizar a vida sustentável no Planeta. O crescimento industrial e a expansão capitalista provocaram o desequilíbrio ecológico. A poluição, o excesso de lixo, o desperdício dos recursos naturais, a expansão da fronteira agrícola em detrimento dos habitats naturais produziram a extinção de espécies vegetais e animais.

A colaboração de cada um é fundamental para conservarmos o meio ambiente e garantirmos qualidade de vida para nós e as futuras gerações. Para defender e salvar o planeta, é preciso assumir responsabilidades, mudar hábitos e transformar o cotidiano. Algumas possibilidades: coleta seletiva de lixo, reutilização e reciclagem de materiais, cuidar dos recursos hídricos, economizar água, energia, consumo responsável, entre outras medidas.

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Dia Nacional do livro Infantil

A data foi instituída em homenagem ao nascimento de Monteiro Lobato, no dia 18 de Abril de 1882, o visionário escritor que lutou muito para ampliar a leitura no Brasil. Até os dias atuais é reconhecido como o principal autor de livros infantis, por sua linguagem fácil e imaginativa.

SUGESTÃO DE ATIVIDADE

1 – “Um país se faz de homens e livros” – Monteiro Lobato

Monteiro Lobato retratou como ninguém a essência da cultura brasileira em sua obra, por meio de personagens com característica regionais, evidenciando os costumes da roça e as lendas do folclore nacional.

RODA DE LEITURA
Modo de fazer:
1. Escolha uma obra de Monteiro Lobato.
2. Dilua a leitura em rodas diárias, criando suspense e despertando a curiosidade das crianças para a próxima roda.
 

2 – “Quem conta um conto aumenta um ponto”

Após a leitura, monte uma oficina de criação com seus alunos. Proponha que em duplas  elaborem um texto mudando ou acrescentando personagens, acontecimentos e situações à história lida. Os recontos deverão se transformar em um livro que poderá ser doado para a biblioteca da escola para que outras crianças possam perceber que também são capazes de se transformarem em autores.

Crie uma bela capa com desenhos feitos pelos alunos. Vai ficar sensacional!

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