Leitura do mundo, leitura da palavra, leitura proficiente: qual é a coisa que esse nome chama?

Tisk

Majivecka/Shutterstock/ID/BR

Muito se tem falado nas últimas duas ou três décadas a respeito da importância da leitura. Artigos vários se referem às demandas apresentadas pela sociedade em termos profissionais (que exigem domínio da linguagem escrita, boa comunicação verbal, boa redação, entre outros aspectos); abordam as necessidades colocadas para o sujeito em termos de efetiva participação social (saber ler diferentes tipos de texto, estar bem informado, saber ajustar o registro à situação comunicativa em questão como condição para ser compreendido); tematizam as necessidades que, tendo em vista a importância da leitura fora da escola, têm sido colocadas para a escola, dada a sua finalidade institucional de educar, que, nesse contexto, deve prever a formação de cidadãos efetivamente leitores.

Nessa perspectiva, pode causar uma certa inquietação, que a discussão desse tema ainda seja tão necessária e tão inusitada para alguns círculos, ainda que se trate da esfera acadêmica e da educação escolar.

Pretendemos, então, seguindo a reflexão sábia do poeta, “pegar na voz do peixe” das nossas ideias consensuais e desarmá-las, desarranjá-las. Quem sabe, se as desaprendermos, consigamos explicitar-lhes os princípios e, nessa (re)visão, sejamos capazes de esclarecer a quais vozes temos sido surdos no complexo processo de formação de leitores.

Leia o texto na íntegra aqui.

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